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domingo, 23 de outubro de 2011

Cibercultura e educação em debate - 29/04/2011

Atividade de EAD - Educação à Distância
TIC - Formação Pedagógica do Professor Universitário (PUCPR)
Profª Patrícia Lupion Torres


Equipe:
Alexandre Pereira, Bruna Lima, Christiane Moura, Franciane Rios, Luciane Prostt e Willian Moura

VÍDEO 5
Cibercultura e educação em debate - 29/04/2011


7 comentários:

  1. Olá colegas...
    ...Cibercultura, essa revolução tecnologia dos computadores e internet, faz com que nossos alunos deixem de ser somente expectadores. Agora temos interatividade em tempo real. Professor e aluno criam conhecimento em conjunto, interativamente! As inúmeras ferramentas (redes sociais, blogs, AVA’s, chat, fórum e etc) ajudam a melhorar a comunicação, que agora passa a não ser somente uma transmissão de conhecimento do professor para o aluno, mas também corrobora com um conhecimento colaborado tanto pelo professor e seus alunos.

    Willian.

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  2. Não se pode esquecer que a educação a distancia contamina a educação forma, diminuindo o distanciamento e fazendo uma nova forma de estar presente usando múltiplas linguagens trazendo a negociação dos saberes em um outro capital de conhecimento tendo como base a velocidade do uso das ferramentas.
    Christiane Moura

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  3. Observando-se a fala do pesquisador Márcio Lemgruber (Prof. UFJF), a respeito da potencialidade da Cibercultura e, principalmente, no que tange ao cuidado de como fazer com que o acesso a tamanha infinitude de informações se concretize em produção do conhecimento; logo, faz-se necessário o refletir, cujo processo integra atitudes e capacidades nos métodos investigativos, de modo que o conhecimento da realidade surge da experiência da mesma, impregnada de seus determinantes, configurando a investigação, a intervenção reflexiva, cujo processo de recriar, reorganizar e adaptar as situações problemáticas integra as perspectivas do investigador com sua própria sabedoria prática, conhecimento prévio e sua compreensão contextual. Tudo isso pode ser utilizado como instrumento de entendimento e de orientação para a ação. Assim sendo, o educador, imerso no processo educativo, instiga os educandos, estimulando-os no envolvimento com a proposta pedagógica, expressando seus ideários, emitindo suas vozes e declarando as suas experiências, motivando-os a interagir com as disciplinas no dia a dia, para o desenvolvimento da autonomia; da criticidade; da capacidade de comunicação – tanto escrita quanto oral; de convivência com as diferenças; da interação; da cooperação; do respeito mútuo, entre outros. Todavia, dentro dos limites e possibilidades, faz-se necessário o estudo do contexto, elencando-se sua natureza, especificidades, exigências e, principalmente, o uso da criatividade – pois se trata de um processo de codificação e decodificação de mensagens, no qual haja criatividade para se (re)adaptar a cada nova situação num ambiente permeado de indagações e assertivas inesperadas, por tratar-se de interação em tempo real, cujo desenvolvimento dos conteúdos, desde que o projeto até a gravação e veiculação, cumpra o objetivo e desafio de produzir programas realmente educativos, empáticos e que realmente fomentem a massa crítica, visando uma educação emancipadora.

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  4. Alexandre Pereira disse...

    Antes de mais nada, preciso dizer que li e re-li conceitos sobre o tema e construi a uma conclusão, uma conclusão geral sobre seu significado. Não tenho nenhuma pretensão em esgotar os conceitos pré-existentes, mas este para mim é o mais simples e o mais assertivo.

    A cibercultura é uma relação sócio-cultural com as novíssimas tecnologias, transformando a sociedade com o auxílio tecnológico, configurando assim uma nova geração sócio-cultural fortemente marcada pela presença das tecnologias na vida cotidiana do indivíduo.
    Ou seja: cibercultura, é um novo modelo de sociedade onde a tecnologia caminha concomitantemente com a evolução sócio-cultural, sem distinção de uma ou de outra.

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  5. Bem, acredito que, finalmente, trouxemos a discussão da cibercultura para a escola. Não nos é mais permitido como educadores excluirmos a relação dos sujeitos com a tecnologia do espaço da educação formal. É por meio dessa relação que os alunos se informam e assim, precisam de diretrizes para não sucumbirem a conhecimentos superficiais. Cabe a escola essa função, diante da cibercultura, primar pelo desenvolvimento de competências críticas nos sujeitos para que esses possam utilizar os recursos tecnológicos como ferramentas de aquisição de conhecimentos.

    Franciane Heiden Rios

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  6. Atualmente bastante tem se ouvido falar em tecnologias educacionais e cibercutura e em como as mesmas podem interferir no desenvolvimento da aprendizagem, pois se deve considerar que a sociedade está repleta dessas tecnologias que facilitam o cotidiano e que se desenvolvem cada vez mais rápido, causando mudanças na vida das pessoas e tornando necessário o saber utilizar e tirar proveito do que ofertam. Aliar novas tecnologias aos processos e atividades educacionais pode modificarão contexto escolar, dinamizando e promovendo novos conhecimentos, possibilitando o prazer do estudar e do aprender. Dessa forma, a verdadeira aprendizagem e o crescimento constante do indivíduo se dão por meio da interatividade real, ultrapassando as possíveis distâncias territoriais e materiais. Contudo, a utilização de tais instrumentos com cunho pedagógico, ou seja, embasada na preocupação em proporcionar a aprendizagem de maneira adequada, ainda pode ser considerada irregular – quando ausente de propósito.

    Bruna Lima

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  7. Corroborando-se com as explanações supracitadas, a equipe considera que: a utilização desses instrumentos não pode simplesmente acontecer com a inserção das mesmas em uma aula, mas sim, de maneira que o trabalho adquira significado. Sendo assim o professor deve se perceber como mediador o processo, apropriando-se de todos os instrumentos que têm em mãos e valendo-se da criatividade, da organização, do planejamento e principalmente da sua responsabilidade perante a educação. Com isso, a utilização da tecnologia voltada para a educação é uma maneira de proporcionar a construção do conhecimento do aluno dentro de um mundo novo, onde a sala de aula pode ser transformada em um laboratório virtual de aprendizagem. É importante citar que além do aluno, o professor também desenvolve suas potencialidades na medida em que está aberto para as novas possibilidades. Esse entendimento pode promover uma aprendizagem significativa, onde o trabalho não fica restrito somente em aprender a manusear as ferramentas, mas sim em conseguir fazer com que as mesmas façam parte do dia a dia dos alunos, aliando o saber como, a reflexão e o para quê. Faz-se importante construir uma visão dentro de uma perspectiva inovadora, buscando a expansão da utilização de tais ferramentas, inserindo-as na sociedade como um aliado da escola, porém para que isso ocorra é necessário que haja um entendimento entre a educação que se oferta hoje e a educação que se busca ofertar.

    Alexandre Pereira, Bruna Lima, Christiane Moura, Franciane Rios, Luciane Prostt e Willian Moura

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